‘Ataque das seringas’ em CG ainda é mistério para polícia - Jornal Diário do Curimataú
‘Ataque das seringas’ em CG ainda é mistério para polícia

‘Ataque das seringas’ em CG ainda é mistério para polícia

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Desde o bloco da Namoradrilha, o hospital de Trauma de Campina Grande atendeu, até a tarde desta segunda (18), 38 relatos de agressões físicas durante o São João com agulhas ou objetos de perfuração semelhantes. Na madrugada deste domingo, após denúncias, a Polícia Militar encontrou quatro seringas nas proximidades do Parque do Povo, mas os acontecimentos ainda são um mistério para a polícia.


Segundo o delegado Henry Fábio, um homem foi encontrado próximo ao local onde as seringas foram encontradas. Ele foi conduzido à delegacia, mas logo foi liberado. As imagens do local serão verificadas e, caso seja necessário, o homem será interrogado mais uma vez.

Os objetos foram encontrados sem agulha, mas segundo investigações do Hospital de Trauma, se trata de sangue, mas não se sabe ainda se humano ou animal. O hospital afirmou que o líquido foi muito diluído em soro fisiológico, foi refrigerado e não estava contaminado por nenhuma das doenças mais comuns, como HIV, sífilis e hepatite.

O material foi colhido e enviado para o Instituto Médico Legal (IML) para investigações mais detalhadas. “Existe uma determinação do Governo do Estado, via Secretaria de segurança, de que haja uma investigação profunda nesses casos, para que possamos proteger o São João de Campina Grande”, explica o delegado sobre o andamento das investigações. “Hoje, no mais tardar amanhã, nós já teremos o resultado dos exames que foram solicitados”, afirmou.

O delegado garante que não serão medidos esforços para desvendar esse caso. “A gente não está tentando solucionar de forma A ou B, a gente quer encontrar a verdade”, explicou.

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