Prefeitura de Picuí promoveu Caminhada Contra Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes - Jornal Diário do Curimataú
Prefeitura de Picuí promoveu Caminhada Contra Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Prefeitura de Picuí promoveu Caminhada Contra Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

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Ascom -

Com o tema 'Faça Bonito', a Prefeitura de Picuí, por meio da Secretaria de Assistência Social, esteve realizando na tarde desta sexta-feira (18) a caminhada pelo combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. A programação faz parte de um mês inteiro de atividades que terá continuidade no decorrer de maio e junho. 

O evento reuniu alunos da Rede Municipal de Ensino, assim como todas as equipes que compõem a rede de proteção a criança e adolescente como Conselho Tutelar, CRAS, CREAS, equipe da Secretaria de Assistência Social e Secretaria de Educação. “Todo esse trabalho serve para alertar cada vez mais a população a denunciar os casos que possam estar acontecendo no município, isso é cidadania e envolvimento da população numa causa de proteção”, disse a Secretária da pasta, Keiles Lucena.


O prefeito Olivânio Remígio participou de todo o evento e destacou que ‘cada cidadão é um sujeito de direitos e que deve ter a sua proteção garantida onde qualquer pessoa pode fazer a sua parte denunciando os atos de abuso ou exploração sexual de crianças e adolescentes que tenha conhecimento.

Ainda foi apresentada uma coreografia ensaiada com crianças que fazem parte dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).


ORIGEM DA DATA:

Em 1973 um crime bárbaro chocou o Brasil. Seu desfecho escandaloso seria um símbolo de toda a violência que se comete contra as crianças.   Com apenas oito anos de idade, Araceli Cabrera Sanches foi sequestrada em 18 de maio de 1973. Ela foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba.


O caso foi tomando espaço na mídia. Mesmo com o trágico aparecimento de seu corpo, desfigurado por ácido, em uma movimentada rua da cidade de Vitória (ES), poucos foram capazes de denunciar o acontecido. O silêncio da sociedade capixaba acabaria por decretar a impunidade dos criminosos.  


Os acusados, Paulo Helal e Dante de Brito Michelini, eram conhecidos na cidade pelas festas que promoviam em seus apartamentos e em um lugar, na praia de Canto, chamado Jardim dos Anjos. Também era conhecida a atração que nutriam por drogar e violentar meninas durante as festas. Paulo e Dantinho, como eram mais conhecidos, lideravam um grupo de viciados que costumava percorrer os colégios da cidade em busca de novas vítimas.


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