Delegado de Barra de Santa Rosa, rebate acusações de advogado e nega tortura de presos - Jornal Diário do Curimataú
Delegado de Barra de Santa Rosa, rebate acusações de advogado e nega tortura de presos

Delegado de Barra de Santa Rosa, rebate acusações de advogado e nega tortura de presos

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Ascom -

Na noite desta segunda feira (14), o delegado de Barra de Santa Rosa, Décio de Souza Lima Filho (foto), negou as acusações do advogado Ronaldo Jordão de que presos estariam sendo torturados e colocados dentro de um cofre naquela unidade de polícia judiciária. De acordo com o delegado, as acusações são inverídicas e não passam de estratégia da defesa de dois elementos acusados de praticarem homicídios naquela cidade nos últimos dias.


“O prédio onde funciona a delegacia pertence ao estado e anteriormente abrigava a coletoria estadual, sendo que no local existe um cofre desativado que possui grade e serve para o abrigo provisório dos presos enquanto aguardam para serem ouvidos e posteriormente encaminhados à Cadeia Pública de Esperança, já que nenhum deles pernoita na cela, pois a delegacia não oferece condições de alojamento ou segurança para tal e esta não é a primeira vez que tal advogado acusa policiais de tortura para encontrar uma estratégia de defesa para seus clientes que são acusados de dois crimes bárbaros, sendo um deles contra um cidadão sem passagens pela polícia, morto covardemente com um disparo de espingarda 12 na cabeça, que esfacelou o crânio da vítima e chocou toda a sociedade. Tenho vinte e nove anos de Polícia Civil e sempre pautei meu trabalho dentro da ética e da Lei, inclusive estes elementos que hoje são clientes do referido advogado já foram presos por furto e tráfico em outras oportunidades e nunca alegaram na justiça que foram torturados por mim ou por qualquer membro de minha equipe, por isso vamos tomar as medidas cabíveis”, disse o delegado.

Já o Delegado Seccional Pedro Ivo, afirmou que algumas delegacias, principalmente as de municípios menores, não têm condições de comportar a demanda e, com isso, agentes e policiais procuram a melhor maneira de garantir a integridade física tanto deles, quanto dos próprios detidos, afirmando que a denúncia é infundada.

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