Mulher é presa após matar grávida, ao abrir a barriga dela com estilete - Jornal Diário do Curimataú
Mulher é presa após matar grávida, ao abrir a barriga dela com estilete

Mulher é presa após matar grávida, ao abrir a barriga dela com estilete

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Portal Terra –

Uma mulher de 37 anos foi presa suspeita de matar uma grávida de apenas 18, completados no mês passado, para roubar o bebê. O crime bárbaro ocorreu nessa terça-feira em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. A criança, de uma gestação de oito meses, sobreviveu.

A Polícia Civil apurou que Aline recebeu a jovem em sua casa e ofereceu a ela um suco que teria Rivotril, um calmante. Gabrielle perdeu os sentidos, e a mulher abriu a barriga dela com um estilete. A jovem acabou morrendo. A menina foi internada e passa bem. O corpo de Gabrielle estava enrolado em um colchão, segundo a Polícia Militar. 

A corporação foi informada que os moradores da casa onde o corpo foi encontrado haviam dado entrada no pronto atendimento do Hospital da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Lá, eles acabaram detidos. A Polícia Civil também apura se o companheiro de Aline também tem envolvimento com o crime.

Gabrielle havia postado uma mensagem no Facebook,m dia antes de morrer, falando sobre a expectativa do nascimento da filha. 

“Hoje sou a mulher mais completa do mundo por estar te carregando, minha filha. Falta pouco para poder ver seu rostinho, te acariciar mais do que tudo nesse mundo, ver seu papai babando por você, porque sei que ele será um ciumento que dói com você. Minha filha, estamos te esperando aqui que você  (sic) com muita saúde falta pouco pra te conhecer”, publicou a jovem.



Após ser presa a acusada,em depoimento, confessou ter cometido o crime. Aline Roberta Fagundes alegou que tomou essa atitude porque queria manter perto o homem por quem estava apaixonada e dar um filho a ele. Herrera relatou que a suspeita deu várias versões do crime e que acredita que ela tenha agido sozinha.

O Delegado responsável pelo caso ainda disse que Aline estava monitorando todas as grávidas do bairro, e  acredita que ela conseguiu atrair a gestante de oito meses até a casa onde mora , sob a promessa de doar roupas de bebê. Ele ainda acrescentou que a todo momento a suspeita falava por WhatsApp, dizendo que estava em trabalho de parto e chegou a mandar foto da bebê após o nascimento. Agora, os celulares dela e do companheiro serão periciados.

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