quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Em Picuí, evento reuniu homens para mesa redonda sobre Violência contra Mulher

Ascom –

A Prefeitura de Picuí, por meio da Secretaria de Assistência Social e Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres, promovera um momento diferenciado durante a campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulher ao convidar os homens da comunidade para debater sobre a violência e violação de direitos das mulheres. Representantes do CRAS, CREAS, Delegacia da Mulher e Coordenadoria da mulher estiveram presentes.


O evento contou com a participação de homens da comunidade em geral, servidores públicos, sociedade civil organizada e terço dos homens. “Essa proposta foi louvável, pois normalmente se chamam as mulheres para falar de violência contra mulher e aqui nós temos homens para debater sobre essa temática, isso expande ainda mais o tema para que o exista uma participação maior da comunidade”, disse o Prefeito Olivânio Remígio. 


De acordo com a Secretária de Assistência Social, Keiles Lucena, durante todo ano o tema de violência contra mulher foi trabalhado pelo Governo da Participação: 

“Tivemos início em março com a semana da mulher, maio com a violação de direitos, caminha da paz pelo fim da violência contra mulher e agora a campanha dos 16 dias, esse é o governo que mais se trabalhou a temática junto com a população sendo um feito na história de Picuí”, disse. 



Na mesa redonda foram discutidos temas como o Ciclo da Violência, Tipos de Violência, Lei Maria da Penha e Equidade de Gênero. Ainda foram exibidos curtas metragens sobre o assunto como ‘Meio Amargo’ do cineasta cuiteense Ismael Moura.

HISTÓRIA DA CAMPANHA DO LAÇO BRANCO

No dia 6 de dezembro de 1989, um homem de 25 anos (Marc Lepine) entrou armado na Escola Politécnica de Montreal, no Canadá. Em uma sala de aula, ele ordenou que os homens (aproximadamente 50) se retirassem. Assassinou 14 mulheres e depois saiu atirando pelos corredores e outras dependências da escola, gritando “Eu odeio as feministas”. Desta forma, ele matou 14 estudantes, todas mulheres. Feriu ainda 14 pessoas, das quais 10 eram mulheres. Depois suicidou-se. Com ele, foi encontrada uma carta que continha uma lista com nomes de 19 feministas canadenses que ele também desejava matar e na qual ele explicitava a motivação de suas ações, em suas palavras: “mandar de volta ao Pai as feministas que arruinaram a sua vida”.

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