terça-feira, 4 de abril de 2017

SINPUC realiza atividades com gestores e servidores de Nova Palmeira e Picuí

Ascom -

Picuí – Na manhã desta segunda-feira (03), dirigentes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais do Curimataú e Seridó (SINPUC) se reuniram com a gestão de Picuí para negociar a adequação do piso salarial dos professores, a reposição dos dias de trabalho utilizados pelos servidores para realizar manifestações contra as reformas do governo federal e o reajuste salarial para os demais trabalhadores.
Em entendimento com o sindicato ficou acertado que a adequação do piso será garantida a partir do mês de abril. Quanto ao pagamento do montante retroativo, referente aos meses de janeiro, fevereiro e março, a gestão começa a pagar a partir do mês de maio.

A primeira reposição das aulas relacionada aos dias paralisados em função das manifestações nacionais será no dia 21 de abril.

Em relação aos reajustes salariais para os demais servidores, Olivânio Remígio garantiu que iniciará um estudo de impacto na folha para avaliar a possibilidade de efetivar a medida.

Além do prefeito, participaram da reunião a secretária de Educação, Guia Lucena, o procurador jurídico, Wanderley Dantas, a servidora Valéria Araújo e o líder do prefeito na câmara, vereador Ranieri Ferreira.

Sebastião Santos, Presidente do SINPUC, e Janiel César, secretário de Comunicação, representaram os trabalhadores na audiência.
Na avaliação de Janiel César “houve uma sensibilidade por parte do gestor. Mesmo com a prefeitura no início da administração, ele se mostrou com boa vontade para resolver os problemas pautados”.


Nova Palmeira – No município foi realizada uma assembleia, às 19h, com todas as categorias funcionais. Depois dos informes gerais foram deliberados os pontos da pauta.

Os servidores discutiram e deliberaram sobre a retirada do pagamento da produtividade dos trabalhadores da saúde, o não reajuste do piso salarial do magistério e a excessiva jornada de trabalho, sem pagamento de horas extras, dos motoristas.

Após as discussões os trabalhadores decidiram que, caso não haja evolução da pauta apresentada pelo sindicato à gestão de Nova Palmeira haverá uma paralisação nos dias 11 e 12 de abril.

Os dirigentes esclareceram que o sindicato está aberto ao diálogo. Caso haja negociação, os impasses serão resolvidos sem choques.


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