terça-feira, 25 de abril de 2017

Olho n’Água permite consultar nível dos reservatórios após chegada das águas do São Francisco

Ascom -

Lançado em dezembro de 2016, o sistema Olho n’Água apresenta dados atualizados do monitoramento dos reservatórios do Semiárido brasileiro, realizado por instituições que atuam na região. Com a chegada das águas do São Francisco, disponibilizará informações sobre como fica o nível dos açudes.
Com a chegada de parte das águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco às Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional (PISF), o Sistema Olho n’Água passa a disponibilizar as informações do monitoramento hídrico dos reservatórios que receberam as águas daquela bacia hidrográfica.
Na Paraíba, os reservatórios São José II (Monteiro), Poções (Monteiro), Camalaú (Camalaú) e Epitácio Pessoa (Boqueirão) já estão recebendo ou vão receber as águas do PISF.
Os usuários podem acompanhar o aumento dos volumes acessando o site: https://olhonagua.insa.gov.br/#!/ ou pela página: https://www.facebook.com/OlhoNagua/ e cadastrar os reservatórios para receber as atualizações.
Projeto - O sistema Olho N’Água é resultado de uma parceria entre o Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTIC) e a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), por meio dos laboratórios Analytics e Hidráulica II, com o objetivo de compartilhar com a sociedade informações atualizadas sobre a disponibilidade de água em 452 reservatórios da região semiárida. O projeto integra o Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido Brasileiro (SIGSAB), que reúne e disponibiliza informações econômicas, sociais, ambientais e da infraestrutura do Semiárido Brasileiro.
As informações dos níveis dos reservatórios são oriundas do monitoramento mensal realizado pela Agência Nacional de Águas (ANA), Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (COGERH), Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS), Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte (SEMARH-RN).

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