domingo, 4 de dezembro de 2016

Nordeste vive a maior Seca da História; veja vídeo

Veja -

O Nordeste brasileiro enfrenta a seca mais longa desde que começaram as medições pluviométricas. 

Desde 2010, a região está com chuvas abaixo da média. A região é naturalmente vulnerável às variações pluviométricas. Os registros históricos e, mais recentemente, os dados do volume de chuvas mostram que o Nordeste foi assolado pelo menos 84 vezes por períodos de estiagem prolongada.

VEJA viajou por 1 200 quilômetros para descrever como a seca que está sendo considerada como a maior da história está afetando os mais de 23 milhões de brasileiros que vivem no semiárido nordestino – a região seca mais densamente povoada do planeta. A reportagem que está publicada na edição da revista desta semana, descreve o impacto econômico e os efeitos ecológicos do fenômeno. Além disso mostra como os sertanejos se fortaleceram para enfrentar a seca que, apesar de ser a mais duradoura, não tem sido capaz de flagelar a região como no passado.

Um dos efeitos inéditos da seca atual é a ameaça sobre os grandes centros urbanos. Cidades como médias como Campina Grande, na Paraíba, estão sob risco de colapso de abastecimento. A região metropolitana de Fortaleza, no Ceará, está ameaçada de racionamento. O açude Castanhão, de onde sai a água que abastece os quase 4 milhões de habitantes da capital cearense se seu entorno, está com pouco mais de 5% de sua capacidade. Com o atual ritmo de consumo, o reservatório só é capaz de prover a população até março.


Sobre a Paraíba ela retrata a seguinte situação: "Na Paraíba, o maior açude do estado, o de Coremas, só dispõe de 2,2% de sua capacidade de 290 milhões de metros cúbicos. Responsável pelo suprimento de cerca de meio milhão de pessoas no sertão paraibano e potiguar, o reservatório tem servido uma água com gosto salgado que demanda maior esforço para purificação. 

O mesmo já ocorre na maioria das cidades nordestinas. Para os sertanejos que bebem água "bruta", como se referem ao líquido tal como é retirado da represa, a qualidade é cada vez pior. A situação é semelhante no açude de Boqueirão, que atende Campina Grande e outras doze cidades. O Boqueirão está com 6% da capacidad
e."




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