quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Equipe do IML transporta corpo de ator global para Aracaju

G1 -

Ator Domingos Montagner tinha 54 anos / Imagem de internet
Ator foi arrastado pela correnteza do rio São Francisco.
Corpo do ator paulistano foi encontrado preso nas pedras, em Sergipe.


Uma equipe do Instituto Médico Legal (IML) de Aracaju esteve na cidade de Canindé do São Francisco (SE) para buscar corpo do ator Domingos Montagner, que está sendo encaminhado para a capital sergipana. Ele morreu nesta quinta-feira (15) após desaparecer nas águas do rio São Francisco, onde foi arrastado pela correnteza.
               
Corpo está em barco preso a catamarã atracado em Canindé de São Francisco
 (Foto: Reprodução/TV Sergipe)
O corpo será levado para o IML, onde a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito de Aracaju (SMTT) fechou a rua para facilitar o acesso da equipe.
Equipes de busca localizaram o corpo do ator de 54 anos, o Santo de "Velho Chico", da TV Globo, preso nas pedras, a 18 metros de profundidade e a 320 metros da margem, da prainha de Canindé de São Francisco - que fica na divisa entre Sergipe e Alagoas. Domingos deixa a mulher, Luciana Lima, e três filhos.

Durante o mergulho, ele afundou e não voltou à superfície. A atriz Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente a procura pelo ator.


Correnteza
Em depoimento à polícia, a atriz descreveu o acidente - ela e Domingos foram até uma pedra e mergulharam no rio.

Depois, ela notou que havia muita correnteza e avisou o ator. Eles nadaram de volta para a pedra. Camila chegou primeiro e tentou duas vezes segurar na mão do ator. Mas a correnteza o arrastou de volta para água.
Foi montada uma operação com mais de 50 pessoas entre Corpo de Bombeiros, polícias Civil e Militar, Grupamento Tático Aéreo (GTA), composta por um helicóptero e um avião bimotor, além de uma equipe de mergulhadores participaram das buscas pelo ator.

Segundo o delegado Antônio Francisco Filho, os atores queriam mergulhar em um local com privacidade. “Eles acharam que era seguro, mas na verdade era um dos mais perigosos para o banho. Esta é uma parte do rio em Canindé que não é comum ser utilizada pelos banhistas”, contou ele.


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