terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Sobre audiência pública em Picuí, vereador Vidal Negreiros já tinha apresentado projeto de lei mas foi boicotado pela própria base

Janderye Macedo -

Vereador Vidal de Negreiros
Aconteceu na última segunda-feira (22) uma audiência pública na cidade de Picuí com intuito de regularizar definitivamente e por em prática a resolução 204 do CONTRAN - Conselho Nacional de Trânsito - que, em 2006, estabeleceu que o nível de pressão sonora para veículos presentes nas vias não pode ser superior a 80 decibéis – dB(A) medido a 7 metros de distância do veículo. A medição da pressão sonora será feita utilizando um decibelímetro, que atenda os requisitos apontados pelo INMETRO e pelo DENATRAN.
Acontece que em setembro/2015 o vereador Vidal de Negreiros já tinha apresentado um projeto de lei na câmara de Picuí para reforçar o que já pedia a tal resolução do CONATRAN. A época, as reuniões do legislativo tomaram um rumo tenso, pois, segundo Vidal a problemática foi o 'fogo amigo' que veio por parte dos seus colegas de bancada da situação. A oposição  tinha se manisfestado contrária ao projeto por existir as normativas federais para o tal procedimento, havendo portanto, a falta de necessidade de uma TAC - Termo de Ajustamento de Conduta - a ser aplicada em Picuí.
O vereador deu uma declaração em entrevista a Creative TV, que faz a cobertura semanal das reuniões da câmara, dizendo que, na época, o projeto 'foi baseado através de uma solicitação do povo com abaixo assinado e não contra ele mesmo'.
"O objetivo da matéria era que existisse no âmbito do município uma legislação para que o prefeito se baseasse na legislação municipal para tomar as providências (...) eu fiz minha parte representando o povo", disse Vidal.
O vereador Vidal ficou de alma lavada destacando o fato que agora todos irão ter que cumprir a determinação do ministério público de forma veemente e sem o risco de boicote a projeto de lei nenhum tendo em vista que agora quem tomou as rédeas da situação foi a justiça valendo o ditado popular: Manda quem pode e obedece quem tem juízo.




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